“Qual o papel do cidadão brasileiro na promoção da saúde mental e na prevenção do suicídio?”

“Qual o papel do cidadão brasileiro na promoção da saúde mental e na prevenção do suicídio?”

Maria Luisa Cortillazzi

2°B

Como defende o sociólogo Bauman, a modernidade atual, denominada líquida, é caracterizada pelo individualismo, devido a isso, maior parcela da população não possui a capacidade de auxiliar ao próximo. Por conseguinte, é possível observar o elevado aumento de mortes por suicídio no Brasil, principalmente,  entre jovens. Perante o cenário atual, é necessário um debate para o melhoramento na conscientização abrangente  e práticas para a prevenção de tal autodestruição.

                Do mesmo modo,O escritor brasileiro Augusto Cury, afirma que : “Os suicidas, mesmo os que planejam a morte, não querem se matar, mas matar a sua dor.”, em outros termos, na maioria dos casos, o motivo que induz  a um cidadão destruir sua vida são consequências de fatores externos de si, como o bullying, desilusão amorosa, depressão, uso de drogas e bebidas alcóolicas e traumas. Segundo dados do Estadão estimam-se que 90% do autoextermínio está relacionado a um dos desses aspectos.

                Tal ato é uma prática que foi efetuada durante a Idade Média, pela Igreja Católica, que dizimava o povo descontente com sua forma de governo. Perante essa postura, a afirmação de Aristóteles do homem ser um ser social, se torna incoerente, em razão de que ao se diferir dos demais são verificados feitios para sua expulsão do meio.

                Segundo uma pesquisa do Ministério da Saúde, aproxima-se de 27,5% o aumento dos casos de suicídio entre jovens de 15 a 29 anos. Esta problemática foi tratada, em muitas obras da  Segunda Geração Do Romantismo, cujo  temas centrais eram a morte e o pessimismo. Também é averiguado na obra de William Shakespeare, Romeu e Julieta, em síntese, ambos se optam pelo seu falecimento, ao invés, de desfrutar a existência sem o amor verdadeiro.

                Concluindo, cabe ao Ministério da Educação capacitar profissionais e livros didáticos com o intuito de conter tais prática e instruir os jovens sobre as abundantes guisas de comportamento de rejeição sob tal dano. Além disso,ao Ministério da Saúde cabe o desenvolvimento de redes de apoio, presenciais ou através de tecnologias com psicólogos especializados acerca da preposição, a fim de disponibilizar comodidade, pois como propõe o escritor Paulo Coelho: “Não desista. Geralmente é a última chave no chaveiro que abre a porta.”.

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